
Pois bem, fiz toda essa
introdução enrolatória apenas para dizer que escrever sobre os encontros da
Coca-Cola já virou rotina. Da boa! E a última rotina aconteceu no final de
outubro e foi na sede (aquela que tem a vista mais horrível do universo) da
Coca. O tema? Adoçantes.
Vou confessar que é relativamente difícil para mim escrever sobre adoçantes (artificiais). Principalmente porque não os uso. Absolutamente nada contra. Apenas não gosto do sabor. Mas a questão é que o monstro não é feio como as pessoas pintam por aí. Primeiro: que vida ainda mais limitada um diabético teria se não fosse o adoçante, não? Segundo: química, meus caros, é basicamente qualquer coisa!
Vamos lá, você inspirar oxigênio
(O2) e expirar gás carbônico (CO2) é química (percebeu
que o carbono se intrometeu na história?) Qualquer coisa que você coma, uma
banana colhida de uma bananeira que fora plantada utilizando as técnicas de
agricultura orgânica, é, sim, queridinhos, química. Então vamos parar de
demonizar o tal do adoçante artificial, ok?

Apesar de muito trelelê em cima
dos adoçantes artificiais, eles são muito úteis. Já falei da questão dos
diabéticos, tem a questão dos obesos. Sim, adoçantes artificiais são aliados
nas dietas. A questão é bom senso. Não venha achar que Coca zero vai te
emagrecer se junto dela você come uma mega torta de chocolate. O que vai
acontecer, no máximo, é que você vai engordar menos.

Não, ninguém está falando para
parar de tomar stévia, ninguém está falando para correr para os adoçantes
artificiais. Apenas estou falando para abrir a mente e não acreditar em tudo
o que falam. Lembrem-se: tem dia que ovo faz bem, tem dia que ovo faz mal.